Se você é desenvolvedor sênior no Paraná e quer trabalhar no time de uma empresa americana, a Ryz Labs faz essa ponte. Você trabalha remotamente, em inglês e no horário dos EUA, como qualquer outra pessoa do time.
Você passa a fazer parte de um time de produto de uma empresa americana e responde às lideranças de engenharia. Pega tickets do mesmo backlog, faz code reviews e participa das cerimônias do time. A Ryz trabalha tanto com startups em crescimento quanto com times de engenharia de empresas da Fortune 500.
O Paraná segue o horário de Brasília (UTC-3), sem horário de verão desde 2019. Um expediente das 9h às 18h em Nova York corresponde às 10h–19h no horário de Brasília entre março e novembro, e às 11h–20h quando os EUA voltam ao horário padrão. Com times da costa oeste, o dia anda para a tarde.
O inglês é a língua do dia inteiro: dailies, mensagens, pull requests e documentação. Espera-se que você defenda uma decisão técnica em uma call e escreva com clareza quando o time trabalha de forma assíncrona.
Curitiba, Londrina e Maringá concentram empresas de tecnologia e cursos fortes, como os da UTFPR e da UFPR, com muitos engenheiros que já trabalham em inglês.
Estes são os stacks que os times americanos com que a Ryz trabalha mais procuram:
Só 1% das dezenas de milhares de engenheiros que passam pelas nossas entrevistas termina entrando em um time. Por isso cuidamos de cada etapa.
Não. Londrina, Maringá ou qualquer cidade do estado funcionam, desde que você tenha boa conexão e disponibilidade no horário dos EUA.
Uma hora à frente de março a novembro e duas horas no resto do ano.
Com empresas americanas de vários setores, de startups em crescimento a times de engenharia de empresas da Fortune 500.
Não. Você trabalha remotamente do Paraná. O que se precisa é boa conexão, um lugar tranquilo para reuniões e disponibilidade no horário dos EUA.
Inglês fluente para conversar todos os dias com o time: dailies, code reviews e demos. Avaliamos isso ao longo das entrevistas, em conversa real.
A Ryz trabalha principalmente com perfis seniores: pessoas que já colocaram sistemas em produção e trabalham com autonomia em um time americano.