A Ryz Labs coloca desenvolvedores Node.js seniores em times de empresas americanas. Você trabalha remotamente do Brasil, no horário dos EUA, com as mesmas ferramentas, reuniões e lideranças do resto do time.
Você entra no time de engenharia de uma empresa americana e se reporta às lideranças técnicas desse time. Participa das dailies, dos code reviews, do planejamento e das demos como qualquer outra pessoa do time. A Ryz trabalha com times de engenharia de empresas da Fortune 500 e com empresas em pleno crescimento.
A maior parte do Brasil, incluindo Sul, Sudeste e Nordeste, segue o horário de Brasília (UTC-3), sem horário de verão desde 2019. Um expediente das 9h às 18h em Nova York corresponde às 10h–19h no horário de Brasília entre março e novembro, e às 11h–20h quando os EUA voltam ao horário padrão. Com times da costa oeste, o dia anda para a tarde.
Tudo acontece em inglês: reuniões, Slack, documentação e code reviews. Não precisa de sotaque perfeito, mas é preciso explicar uma decisão técnica, fazer perguntas e sustentar uma conversa ao vivo.
Node.js com TypeScript sustenta APIs, microsserviços e backends de produtos SaaS. Os times procuram seniores que desenhem serviços robustos e observáveis, não só endpoints.
Antes das entrevistas, vale ter respostas claras sobre temas como estes:
Só 1% das dezenas de milhares de engenheiros que passam pelas nossas entrevistas termina entrando em um time. Por isso cuidamos de cada etapa.
Quase sempre em TypeScript. Um perfil Node.js sênior hoje trabalha com tipos estritos no backend e sabe compartilhá-los com o frontend.
Para uma posição de backend, não. Mesmo assim, muitos times valorizam quem consegue mexer em React quando precisa.
Não. Você trabalha remotamente do Brasil. O que se precisa é boa conexão, um lugar tranquilo para reuniões e disponibilidade no horário dos EUA.
Inglês fluente para conversar todos os dias com o time: dailies, code reviews e demos. Avaliamos isso ao longo das entrevistas, em conversa real.
A Ryz trabalha principalmente com perfis seniores: pessoas que já colocaram sistemas em produção e trabalham com autonomia em um time americano.
Pode. Muita gente domina mais de uma tecnologia. Nas entrevistas aprofundamos no que você mais domina e no que já colocou em produção.